"O
melhor jovem pianista dos últimos anos”
(Kenny Kirkland)
Nascido em Roma em 1965, Antonio Faraò
frequentou cursos de formação clássica em 1980
com Adriano Della Giustina e em 1983 no Conservatório Giuseppe
Verdi em Milão. Desde adolescente que se tem destacado pelo
seu talento e genialidade, participando em festivais como CIAK,
Umbria Jazz, Lugano, La Spezia, Merano, Maastricht, Palermo, Lucerne,
Athens, Lyon, entre outros.
È convidado regularmente para programas de rádio
e TV (D.O.C./RAI, Jazz Club, Video Music, Porto Matto, Pronto chi
Gioca, Doppia Coppia, Incontri, Jazz Inn).
Tem recebido vários prémios em Itália (Prémio
Novos Talentos no XI Musical Review em 1987, prémio Four
Roses como Pianista-do-Ano em 1991).
Colaborou internacionalmente com nomes de relevo tais como: John
Abercrombie, Gary Bartz, Billy Cobham, Ronnie Cuber, Chico Freeman,
Richard Galliano, Antonio Hart, Lee Konitz, Bireli Lagrene, Didier
Lockwood, Branford Marsalis, Tony Scott, Buster Williams entre muitos
outros (era solicitado frequentemente por Kenny Kirkland como seu
substituto).
Influenciado por John Williams (pianista reconhecido pelas suas
gravações com Stan Getz e Phil Woods), Antonio
Faraò desenvolveu um estilo próprio, caracterizado
por um virtuosismo aliado a grande expressividade, aclamado pelos
apreciadores como sendo um dos melhores pianistas de jazz da actualidade.
O trompetista Franco Ambrosetti que toca frequentemente com Antonio
Faraò explica:
"Hoje em dia o desafio colocado aos músicos mais jovens
é de não soarem como outros músicos.
A mim parece-me que o Antonio está prestes
a desenvolver a sua própria linguagem e conceito sobre o
que significa tocar em trio: ele está de olhos postos no
futuro e não no passado, pondo a sua energia criativa na
inovação, embora com profundo respeito pelos grandes
mestres".
Em Maio de 2000, a revista americana Cadence comentou o seu primeiro
álbum pela editora ENJA, "Black Inside" : "Por
vezes, Faraò faz lembrar McCoy Tyner e Herbie Hancock, mas
ele possui, essencialmente, um estilo pessoal. Denota uma capacidade
singular na construção dos seus solos; a sua técnica
é impressionante e os temas originais prendem o interesse
do ouvinte até ao fim”.
Aliando uma sensibilidade mediterrânea a uma compreensão
profunda da tradição ‘negra’, Antonio
Faraò superou com êxito a sua imagem de “enfant
prodige” (menino prodígio). Assistido por um duo rítmico
de classe - o muito respeitado contrabaixista Ira Coleman e o baterista
Jeff "Tain" Watts, conhecido pelo seu trabalho com Wynton
e Branford Marsalis - Antonio Faraò sobe ao topo da cena
internacional de piano com o projecto "Black Inside".
No seu segundo álbum, “Thorn" (gravado em Abril
de 2000), Faraò dá um passo em frente, apresentando
uma selecção de baladas interpretadas com muito “feeling”
e complexidade rítmica, grande fluência em solos “up
tempo“, e de elementos étnicos e clássicos muito
enriquecedores.
O seu desempenho é inspirado pela ajuda de um grupo escolhido
a dedo, que inclui o mestre da bateria Jack DeJohnette, o jovem
mago do saxofone Chris Potter e o genial contrabaixista Drew Gress.
No terceiro álbum pela editora ENJA, "Next Stories"
(gravado em Outubro de 2001), todos os temas são escritos
por Faraò durante o ano que conduziu à sessão
de gravação, à excepção de um
tema de Cole Porter e da óptima interpretação
da balada de John Williams
"I Could Have Done More", incluída na banda sonora
do filme "A Lista de Schindler".
Em Outubro de 2002, Antonio Faraò gravou na Alemanha um
álbum com o saxofonista Bob Berg (que pertenceu ao grupo
de Miles Davis). Este CD, intitulado "Far out", foi lançado
em Janeiro de 2003; todos os temas são originais, excepto
os seus novos arranjos dos clássicos "Seven Steps to
Heaven" e "More".
A apresentação é escrita por Herbie Hancock.
PARTICIPAÇÃO EM FESTIVAIS:
Participou em numerosos festivais, entre eles Umbria Jazz, Lugano,
Sarayevo, Paris Jazz Festival, Japan, Berlin, Baltic Jazz, Banlieues
Bleues, Tel Aviv, North Sea (Holland).
PROGRAMAS DE RÁDIO E TV :
É convidado para numerosos programas de rádio e TV
: (D.O.C./RAI, Jazz Club, Video Music, Porto Matto, Pronto chi Gioca,
Doppia Coppia, Incontri, Jazz Inn, Arte) e em Junho, 2004 o documentário
"Tonight …Antonio Faraò".
PRÉMIOS :
1987 - Prémio Novos Talentos no XI Musical Review
1991 - Prémio Four Roses como Pianista-do-Ano
1998 - Antonio Faraò ganha o prestigioso CONCOURS MARTIAL
SOLAL organizado pela Cidade de Paris.
Esta competição internacional que só convida
os talentos de topo do mundo, é realizada cada 10 anos. O
famoso pianista Martial Solal ouviu Antonio Faraò em concerto
em Paris e, espontaneamente, convidou-o a participar.
ANTONIO FARAÒ – piano
DEJAN TERZIC - bateria
MARTIN GJAKONOVSKI – contrabaixo |